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sábado, 1 de outubro de 2011

Dor muscular tardia Praticantes de atividade física e até sedentários já passaram algum dia por um episódio de dor muscular tardia. Caracterizada pela sensação de desconforto e/ou dor na musculatura esquelética, ocorre algumas horas após a prática da atividade física.


Todos os praticantes de atividade física e de esportes em geral, e até mesmos os indivíduos sedentários já passaram alguma vez na vida por um episódio de dor muscular tardia.
A Dor Muscular Tardia é caracterizada pela sensação de desconforto e/ou dor na musculatura esquelética que ocorre algumas horas após a prática da atividade física. A dor não se manifesta até, aproximadamente, oito horas após o exercício, aumentando progressivamente de intensidade nas primeiras 24 horas e alcançando o máximo de intensidade entre 24 e 72 horas (TRICOLI, 2001).
Após esse período há um declínio progressivo da dor, de modo que de 5 a 7 dias após a carga de exercício ele desaparece completamente (TRICOLI, 2001; FOSCHINI, PRESTES, CHARRO, 2007), ela é relatada principalmente por praticantes iniciantes de treinamento de força. (FOSCHINI, PRESTES, CHARRO, 2007) Para que ocorra a DMT a intensidade da atividade física é mais importante do que sua duração.
Existem diversas teorias sobre os possíveis mecanismos do surgimento da DMT. Como por exemplo, retenção de líquidos nos tecidos ao redor das fibras musculares e alteração na concentração de cálcio intracelular. (GUEDES, 2005),porém atualmente a mais estudada é a de que ocorrem microlesões nas miofibrilas seguida de inflamação resultando na dor (NASCIMENTO et al, 2007).
Os músculos lesionados têm como característica ficarem rígidos e sensíveis ao toque, a amplitude de movimento é reduzida, a capacidade de gerar força não é reduzida porem o aspecto psicológico da dor faz com que o individuo não consiga alcançar seu desempenho maximo. (NASCIMENTO et al, 2007).
Um estudo foi realizado com um grupo de 10 mulheres, no qual elas teriam que realizar uma seqüência de 300 contrações excêntricas (10 vezes de 30 repetições) envolvendo o quadríceps femoral. Tal exercício expôs às mulheres a dor muscular progressivo, atingindo o pico de DMT após 24 horas e um número expressivo de glóbulos brancos foi encontrado no grupo muscular exercitado, sugerindo uma inflamação aguda (TRICOLI, 2001).
Varias formas de tratamento já foram estudadas: a massagem, os alongamentos passivos e estáticos, acupuntura, e até mesmo o uso de antiinflamatórios. Nenhum desses teve sua eficiência comprovada. Alguns estudos apontam a crioterapia (tratamento com gelo) como uma nova estratégia para reduzir a DMT, uma modalidade de tratamento interessante e de fácil acesso na abordagem da inflamação gerada pelas microlesões musculares induzidas pelo exercício. O propósito da crioterapia é reduzir o processo inflamatório, o edema (inchaço), a formação de hematoma e também reduzir a dor. (LAURINO, 2010)
Alguns autores sugerem que o exercício é a melhor terapia a ser utilizada no tratamento da DMT, seja reduzindo a intensidade e duração por 1 ou 2 dias ou alterando exercícios que visem outros grupos musculares menos afetados. (NASCIMENTO et al, 2007), entre todos os tratamentos este parece ser o mais recomendável, sendo sugerido para que não ocorra a perda do ritmo de treino, e ao mesmo tempo possa ocorrer a recuperação dos músculos sfetados.

Professor: Fabio Rodrigues
FONTE: Santos (2001)


Os benefícios da boa alimentação para a saúde e seu desempenho

Chocolate amargo, amendoim, azeite, vinho, abacate e alguns tipos de margarina podem, a princípio, parecer alimentos muito gordurosos, mas se consumidos com moderação são capazes de beneficiar o coração e até aumentar a longevidade.
Esses “cardioprotetores”, como são conhecidos, têm o poder de reduzir o mau colesterol (LDL), os triglicérides, a pressão arterial e o peso, além de evitar o endurecimento das artérias. Também contribuem para melhorar o colesterol bom (HDL) e controlar a circulação sanguínea, o que evita coágulos e derrames.


Segundo uma pesquisa realizada pelo Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, em São Paulo, mostrou que a maioria dos pacientes até conhecem alguns desses alimentos, mas não sabem qual a quantidade diária recomendada. Os que receberam informações sobre os benefícios e da inclusão desses itens na dieta melhoraram a qualidade de vida.
O questionário foi aplicado em cerca de 50 pacientes em tratamento. Todos afirmaram conhecer pelo menos um alimento (de uma lista de 17) recomendado para cuidar do coração, mas desconheciam os benefícios da maioria deles.

Tipos de gorduras

As gorduras consideradas ruins, como as saturadas (encontradas principalmente em alimentos de origem animal, como carnes gordas, pele de aves, leite integral e derivados) e as trans (presente em alguns alimentos industrializados – como sorvetes, margarinas, biscoitos e macarrão instantâneo –, sob a forma de gordura hidrogenada), são as principais responsáveis pelo aumento do colesterol ruim, que leva as partículas de gordura até a parede dos vasos, onde se depositam e podem provocar um entupimento e um consequente infarto.
Mas existem também as gorduras benéficas, como as insaturadas, que se subdividem em monoinsaturadas e poli-insaturadas, e que, quando consumidas em quantidades adequadas, podem ajudar a reduzir o LDL no sangue.
Alguns bons exemplos de gordura são os óleos vegetais (azeite, soja, canola, girassol ou milho), as oleaginosas (nozes, castanhas, amêndoas, etc), as sementes oleaginosas (gergelim, linhaça, girassol, abóbora, etc), o abacate, a azeitona e peixes como salmão, atum, truta, anchova e sardinha.

Outros alimentos

Alho: Tem compostos sulfurados, nutrientes que reduzem a pressão arterial e impedem que o colesterol grude nas paredes das artérias.

Cebola: Diminui a formação de placas de gordura que causam a obstrução dos vasos sanguíneos.

Suco de uva integral e vinho tinto: Têm resveratrol, substância da casca da uva vermelha que retarda o processo de envelhecimento de vários tecidos, como o cerebral, o muscular e o cardíaco, em especial. O resveratrol também aumenta o bom colesterol (HDL) e diminui o rum (LDL), além de ser um potente vasodilatador, que, ao relaxar as artérias, melhora a circulação sanguínea.

Aveia: Em farelo, é a que tem maior teor de betaglucanas, componentes da fibra alimentar solúvel que auxiliam no controle do colesterol e da glicemia. O consumo regular também está relacionado à diminuição da formação das placas de gordura no sangue, que levam a doenças cardiovasculares como arteriosclerose, infarto e derrame.

Laranja, morango, kiwi e goiaba: Essas frutas têm um ingrediente essencial ao coração: vitamina C, poderoso antioxidante que também reforça a parede das artérias, por combater a formação das placas de gordura.

Abacate: Rico em gordura monoinsaturada, ajuda a aumentar os níveis do colesterol bom e despachar o colesterol ruim do sangue. Além disso, é rico em triptofano, aminoácido precursor da serotonina, neurotransmissor que promove sensação de bem-estar.


Professor: Fabio Rodrigues
FONTE: http://www.educacaofisica.com.br/noticias/tomate-castanhas-chocolate-azeite-e-linhaca-ajudam-a-proteger-o-coracao.