Missão Organizar as informações relevantes do universo da atividade física, conectando pessoas e gerando conhecimento, conveniência e negócios através da web. DEICHE SEU COMENTÁRIO!

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

DEFINA O MELHOR HORÁRIO PARA FAZER SUA CORRIDA

Seus amigos dizem que o melhor horário é pela manhã. O pessoal do trabalho prefere correr depois do expediente. E você, que nunca calçou um tênis na vida, fica com vergonha de dizer que adoraria pular da cama e dar um pique. Bobagem.

O melhor horário do dia para treinar é aquele que se encaixa na sua rotina. É sabido que, pela manhã, o ar das grandes cidades está em seu momento mais agradável. A temperatura e a umidade do ar também estão mais amenas. Mas o nosso metabolismo, claro, não atingiu o ápice do rendimento diário.

Correndo à tarde, o organismo responde melhor à sobrecarga de treino daí a evolução mais rápida. Mas as condições ambientais já não favorecem tanto. O esporte noturno, por sua vez, é perfeito para quem tem a agenda lotada de compromissos desde cedo.

Independentemente do horário, o que vale é se exercitar. E nunca deixe de se alimentar e cuidar da hidratação. E, se for treinar durante o dia, prefira locais arborizados, que são menos suscetíveis às variações de clima (principalmente no calor).

Manhã
Vantagens
1. O treino sempre está encaixado na agenda. Mesmo que surjam compromissos de surpresa, você já correu;
2. Dá mais disposição para as tarefas do dia;
3. A temperatura e a umidade são mais amenas, pois o sol ainda não está tão forte;
4. Para quem quer competir, vale como adaptação. A maioria das competições é feita pela manhã.

Desvantagens
1. É preciso se acostumar a comer pela manhã (mas lembrando que o desjejum mais reforçado pode vir depois do treino). Isso é um problema para quem nunca teve o hábito de comer bem logo ao despertar;
2. A disposição tem de ser mais forte do que a preguiça, mesmo nos dias em que não foi possível dormir o suficiente. O ideal é criar uma regra: véspera e treino é dia de deitar cedo.
Tarde Vantagens
1. O metabolismo está próximo do pico de rendimento;
2. O atleta já está mais alimentado, tendo feito pelo menos três refeições. Isso garante a reserva de glicogênio muscular necessária para um bom rendimento.

Desvantagens
1. A exposição ao sol e à temperatura alta, além da umidade baixa
2. Treinar só nesse período pode dificultar a aclimatação em dia de provas, que geralmente são realizadas de manhã

Noite
Vantagens
1. A temperatura é mais amena neste período;
2. Ajuda a relaxar quem é agitado demais, proporcionando uma boa noite de sono.

Desvantagens
1. Qualidade do ar pior, com mais concentração de gás carbônico na atmosfera;
2. Treinar só nesse período pode dificultar a aclimatação em dia de provas, que geralmente são realizadas de manhã;
3. O estresse das atividades diárias pode afetar o rendimento na corrida;
4. Com a evolução do treino, a qualidade do sono pode sai prejudicada em função das descargas adrenergéticas provocadas pelo esforço;
5. Maior risco de acidentes, pela baixa iluminação. Fique atento aos terrenos irregulares com possíveis desníveis e buracos.

TIRE SUAS DÚVIDAS ANTES DE COMEÇAR A CAMINHAR OU CORRER

1.O que é melhor: correr ou caminhar?
Os dois são ótimos, desde que sejam praticados com prazer e freqüência. Quem tem alguma limitação física normalmente prefere a caminhada. Por ser mais leve, ela á indicada para quem está saindo do sedentarismo. Os passos em ritmo mais devagar permitem ao corpo ir se acostumando com a respiração e a postura corretas. Mas a perda de peso acontece de forma mais rápida com a corrida, que queima mais calorias. Só comece a praticá-la, entretanto, depois de fazer todas as avaliações físicas e receber autorização do seu médico.


2. Quantas vezes por semana devo praticar esportes?
Para começar, três dias na semana está perfeito. Não adianta pegar muito pesado, sob o risco de machucar o seu corpo. Aos poucos, a intensidade do treino pode ser aumentada, sem necessidade de mais aulas. Mas, antes de fazer qualquer mudança, peça orientação de um professor. E, dentro do seu tempo, tente intercalar os treinos aeróbios com a musculação, desta maneira você fica protegido contra as lesões.


3.Com que velocidade devo começar meu treino?
Antes de pensar nisso, você precisa descobrir quanto tempo consegue correr sem forçar demais o organismo. No início, a velocidade com que você começa a treinar pode ser a mesma do fim do treino, desde que você não sinta cansaço. Para saber a medida, veja se é possível correr e conversar ao mesmo tempo, sem sacrifício. Se não conseguir, diminua a velocidade.


4. A respiração tem de ser pela boca ou pelo nariz?
O ar que chega aos pulmões tendo passado pelo nariz tem melhor qualidade: além de filtrado, ele foi umidificado. Mas, correndo em velocidade mais intensa, fica difícil fazer este controle. Enquanto estiver caminhando, use o nariz para inspirar e a boca para expirar. Conforme o ritmo dos exercícios for aumentando, pare de se preocupar. Naturalmente, você vai se adaptar às necessidades, seja respirando pela boca ou pelo nariz (o importante é não perder o ritmo de treino).
Corrida - Foto: Getty Images
5. Passadas curtas são melhores do que passadas largas?
Não existe pior nem melhor nesta questão. O tamanho das passadas depende da constituição física do atleta, do tipo de treino que ele desenvolve e até do cansaço em condições de maior fadiga, as passadas tendem a ser mais curtas.


6. Qual a postura adequada?
O seu corpo deve formar uma linha vertical, com a cabeça olhando para a frente. A inclinação do trono, que observamos em muitos atletas de rua não é indicada: dificulta a respiração e força as articulações.


7. É normal sentir dores no dia seguinte ao treino?
Se você estava parado há muito tempo, vai sentir as dores. É a resposta do seu corpo a um esforço novo. Mas elas tende a sumir à medida que os treinos se repetem. Uma boa massagem, além de alongamentos antes e depois dos treinos, ajuda a diminuir o desconforto. De qualquer forma, se as dores continuarem depois de duas semanas de treino, avise seu professor. Pode ser o caso de fortalecer a musculatura e pegar mais leve no treino aeróbio. 

Professor: Fabio Rodrigues

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

SAIBA COMO CORRER PARA PERDER BARRIGA

Quem tem pressa em perder peso nem pensa duas vezes na hora de acelerar o passo: a corrida é, realmente, uma das melhores atividades físicas para emagrecer com saúde. O esporte aumenta o metabolismo, fazendo a queima de calorias acontecer mais rapidamente.

Por isso, o consumo maior de energia não se restringe aos minutos de treino, mas ao dia todo. Muitos defendem que a corrida leve é ideal para perder peso, numa prática com mais de 30 minutos. Nem sempre. O que emagrece mesmo é a continuidade da atividade física, com exigência crescente de esforço. O aumento do metabolismo, provocado pela atividade física, faz com que o organismo continue acelerado por mais alguma horas, depois do exercício. Ou seja, não é só durante a atividade física que há queima de gordura.

Com aumento do gasto calórico e uma dieta balanceada, seu corpo reage queimando as reservas de gordura. Por isso, as atividades mais longas ou mais intensas têm gasto energético-calórico maior e agradam mais quem busca resultados em pouco tempo.

A gordura abdominal, entretanto, exige uma tática específica para derreter. Contra ela, o mais eficaz é um programa de corrida ou caminha com variação de intensidade no mesmo treino. Isso, claro, sem exageros que levem a lesões. Os picos de treino obrigam o corpo a queimar energia até das fontes mais difíceis. Daí o consumo da gordura visceral.

Mas se você mantinha uma rotina sedentária, vá com calma. Lembre-se que o exagero de hoje pode significar até uma semana sem treinar. Respeite o seu ritmo e, na dúvida, peça orientação ao seu professor.

Professo: Fabio Rodrigues

ALIE MUSCULAÇÃO À CORRIDA E COLHA OS BENEFÍCIOS

Ela melhora a agilidade do corredor e previne as lesões comuns do esporte

Que a corrida é um esporte mais do que indicado para manter o corpo saudável todo mundo sabe. Entretanto, existem complicações muito comuns do esporte, como lesões e dores lombares, que podem atrapalhar o desempenho e prejudicar o corredor. Para evitar esses males e garantir 100% de aproveitamento na corrida, os especialistas recomendam a prática da musculação.

É muito importante ressaltar que o treino de musculação para quem pratica corrida é diferente dos exercícios para quem quer ganhar mais massa muscular, por exemplo. "Se a musculação tiver como objetivo a hipertrofia, não ajudará em nada o individuo na corrida, podendo inclusive atrapalhar", explica o personal trainer Thiago Moretti, da Bio Ritmo. Além da prevenção de lesões, a musculação pode trazer diversos outros benefícios ao corredor: 
 
2
articulações - foto Getty Images
 
  Articulações fortalecidas
A musculação vai proporcionar ao corpo a resistência que precisa, evitando estiramentos e diminuindo rupturas musculares mais graves. "Os impactos nas
articulações gerados pela corrida, principalmente dos quadris e joelhos, são minimizados com uma musculatura mais forte", aponta o personal trainer Thiago Moretti, da Bio Ritmo.
 
lesões - foto Getty Images 
 
Evita lesões
Os exercícios com peso vão fortalecer musculatura, articulações, ligamentos e a massa óssea do corredor. "Focando a atividade de musculação nos membros inferiores - que são os mais atingidos na corrida - a chance do corredor sofrer uma lesão é mínima", diz o fisiologista Raul Santo, da Unifesp.
 
corrida - Foto Getty Images
  Ameniza as dores
"O fortalecimento que a musculação proporciona pode ajudar o corredor a evitar dores típicas do esporte, como as dores lombares e nas pernas", conta o fisiologista Raul Santo.
 
resistência - foto Getty Images
 
  Resistência física
Os especialistas afirmam que a musculação pode ajudar na resistência física do corredor apenas se o treino for direcionado para esse tipo de atleta. "Indivíduos que fazem levantamentos pesados, com a intenção de ganhar massa e não resistência, acabam tendo o efeito contrário", afirma o personal Thiago Moretti. Segundo ele, um corredor precisa ser rápido, forte e ágil, e para que ele consiga atingir esse objetivo precisa de estímulos diferentes e bem periodizados.
 
postura - foto Getty Images
 
  Estabilidade e postura
A musculação trabalha a coordenação motora, a flexibilidade e a postura do atleta. Porém, como já foi dito, é preciso fazer os exercícios corretos. "Associar o treinamento de resistência com a corrida ajuda na estabilidade do atleta, pois trará melhora no movimento para superação de obstáculos da atividade", afirma o personal Thiago Moretti. 
 
corrida - Foto Getty Images 
 
Potência e agilidade
O treino de musculação específico para corrida ajuda o corredor a ganhar mais potência e a agilidade, ajudando a ganhar velocidade e melhorando o desempenho em subidas ou sprints ? provas curtas de grande arranque.
"O corredor deve incluir na musculação treinos de força, explosão e resistência, com uma boa periodização. O ideal é sempre procurar um profissional para obter auxílio", afirma o personal trainer Thiago Moretti.

Energia - foto Getty Images
 
Energia
Aliar musculação a corrida, além de tudo, renderá mais energia ao corredor, que poderá evoluir com mais facilidade, conseguindo fazer provas de longa duração e maratonas. "Mas é importante que o atleta também treine intensamente a sua modalidade, pois fazer somente a musculação, mas não treinar a corrida não ajudará na evolução do exercício", conta o fisiologista Raul Santo.
 
Professor: Fabio Rodrigues

QUATRO EXERCÍCIOS QUE GARANTEM MOTIVAÇÃO

Abdominal, flexão de braços, agachamento e elevação dos calcanhares são alguns tipos de ginástica que possibilitam, quando feitos da maneira correta, resultados práticos e rápidos irão aparecer e você se sentirá muito mais motivado (a). Se você está há muito tempo tentando praticar alguma atividade e nunca dá certo, esses exercícios vão descomplicar sua vida e te dar força para seguir qualquer outro programa.

- Abdominal:  Deite num colchonete, talha ou tapete dobrados. Os joelhos flexionados e pés alinhados e apoiados no chão. A coluna vertebral deve estar bem alinhada ao chão e com quadril levemente encaixado. Estender os braços a frente do peito com as mãos unidas. Depois, é só subir e descer o tronco sem encostar a cabeça no chão e sem movimentá-la.

- Flexão de braços:  Ajoelhe no colchonete, abra os braços e apóie as mãos no chão, alinhadas aos ombros. Encaixe o
quadril para proteger a região lombar. Flexione os cotovelos como se fosse encostar o peito no chão.  
- Agachamento:  Em pé, separe as pernas alinhadas com o quadril. Agache e levante como se fosse sentar em uma cadeira. Sempre contraia o abdome na hora de agachar.

- Elevação de calcanhares:  Em pé, posicione na frente de uma parede ou cadeira, com as
pernas levemente fechadas. Depois, eleve os calcanhares e volte sem encostá-los no chão. Repetições Inicie a primeira semana com 5 repetições para cada exercício, um dia sim e o outro não, e, vá intercalando mais 2 ou 3 a cada semana que passa. Quando estiver completando 15 repetições, meu conselho é que você faça desta forma:
1ºdia - 1x15;
2ºdia - Caminhada ou dança;
3ºdia - 2x15;
4ºdia - Caminhada ou dança;
5ºdia ? Forte repetição de cada exercício;
6ºdia - Caminhada ou dança
7ºdia - DESCANSO.

Sabe o que faz a diferença para os exercícios darem resultados? Disciplina e fazê-los com gosto. EXPERIMENTE! 

Professor: Fabio Rodrigues

domingo, 11 de dezembro de 2011

DESVIOS POSTURAIS

Curvaturas Anatômicas da Coluna
Os desvios posturais tais como a lordose cervical, cifose dorsal, lordose lombar e escoliose são curvaturas normais da coluna.
A coluna funciona como uma “mola biodinâmica” onde quando todas as estruturas estão equilibradas o peso do nosso corpo e membros, são harmonicamente distribuídos, evitando assim sobrecarregar um lado mais do que o outro.
col245
Desvios Posturais
Os desvios posturais da coluna vertebral podem levar ao uso incorreto de outras articulações, tais como as dos ombros, braços, articulações temporo-mandibulares, quadris, joelhos e pé.
Por isso é tão importante evitar posturas erradas por tempo prolongado, que podem ocasionar enrijecimento das articulações vertebrais e encurtamento dos músculos.
Esses defeitos estruturais causam alterações das curvaturas normais da coluna vertebral, tornando-a mais vulnerável as tensões mecânicas e traumas.
cur34355
1 – HIPERLORDOSE CERVICAL:
Acentuação da concavidade da coluna cervical, colocando o ponto trago para traz da linha de gravidade. É causada , geralmente pela hipertrofia da musculatura posterior do pescoço.
hipercervical
Como corrigir
É necessário um trabalho de força na musculatura anterior do pescoço (esternocleidooccipitomastóideo, escalenos e pré-vertebrais) e um trabalho de alongamento da musculatura posterior.
Hipercervicalcorrecao
Exercicios
Procurar encostar a coluna cervical na parede, contraindo a musculatura anterior do pescoço sem desencostar a cabeça da parede; flexão de pescoço em decúbito dorsal, com a cabeça pendente; flexão de pescoço com auxílio do puxador.
Hipercervicalcorrecao1
2 – HIPERCIFOSE:
Acentuação da convexidade da coluna torácica, colocando o ponto acromial à frente da linha de gravidade. Pode ser do tipo flexível (quando a correção pode ser obtida através de contração muscular voluntária – causada por maus hábitos posturais) ou rígida (é quando a correção já não pode ser obtida com uma simples contração muscular ou manual, devido a frequência de uma atitude cifótica.
A musculatura anterior do tórax está muito hipertrofiada e a posterior está muito alongada).
cifose_lordose_ingles
Como corrigir
Flexível: trabalhar a musculatura posterior do tórax (trapézio III, rombóides, dorsal maior e redondo maior e conscientização do aluno para que sempre corrija sua atitude cifótica errada. Exercícios corretivos: remada curvada, crucifíxo inverso,abrir cabos no puxador duplo no plano horizontal.
Rígida: hipertrofiar a musculatura posterior do tórax, alongar a musculatura anterior do tórax e um desbloqueio torácico, causado pelo abaixamento das costelas.
Cifosecorrecao
remada_unilateral

sábado, 10 de dezembro de 2011

ENTRE EM FORMA APÓS A GRAVIDEZ

Veja por que os abdominais devem ser evitados nas primeiras semanas pós-parto

      Deixar o corpo em forma, após o parto, é preocupação de muitas mulheres que sofrem com a ideia de não ter mais a barriga lisinha e as medidas anteriores à gravidez. Vale lembrar que a própria amamentação do bebê ajuda a mãe no retorno ao seu peso normal. Mas, além disso, a prática de exercícios físicos e uma dieta balanceada são fundamentais. "O treino melhora o condicionamento físico, além de emagrecer e tonificar os músculos", afirma o fisioterapeuta Elder Camacho, da Clínica Fit&Fisio, em São Paulo.
     Essa fase, no entanto, exige muitos cuidados e acompanhamento profissional. "Após o parto normal, a liberação médica para atividade física leva 30 a 45 dias. O tempo varia de 45 a 60 dias no caso de uma cesárea", afirma a personal trainer Gizele Monteiro, de São Paulo, especializada no atendimento a gestantes.
     Confira quais são os cuidados essenciais e os tipos de exercícios físicos mais indicados para a mulher que acabou de ter bebê.

Hidroginástica - Foto: Getty Images
 
 
Movimentos e intensidade
        O coração da mulher demora por volta de seis meses para voltar à forma que trabalhava antes da gravidez. "Por isso, atividades intensas ou prolongadas devem ser evitadas e o controle da intensidade também deve ocorrer para que não haja comprometimento da amamentação", afirma a personal Gizele Monteiro.
        Outro cuidado necessário é com movimentos de pressão ou de grandes amplitudes, por causa do risco de sobrecarregar regiões que ainda permanecem sensíveis, como as articulações (punho, joelhos e quadril) e a coluna. O fisioterapeuta Elder Camacho recomenda, sobretudo, exercícios respiratórios, hidroterapia, hidroginástica ou natação, além de caminhada leve.
Alongamento - Foto: Getty Images
 
  Trabalhe regiões específicas
         O fisioterapeuta Elder aconselha trabalhar a região abdominal superficial e os músculos estabilizadores da coluna, adutores da coxa e roteadores do quadril. "Além disso, vale trabalhar regiões que serão usadas para cuidar do bebê, como os braços", lembra a personal Gizele.
         Ela também conta que a postura merece destaque: "Deve haver um trabalho equilibrado entre fortalecimento e alongamento de músculos que melhoram a postura, já que foram sobrecarregados durante a gravidez e continuam sob forte impacto devido aos cuidados com o bebê".
Spinning - Foto: Getty Images
   
Cuidado com spinning
Esse tipo de exercício praticado em bicicletas de academia não ajuda em nada ao retorno da postura. "Além disso, se a aula for intensa, pode apresentar um risco cardíaco à mulher, que ainda não tem o coração preparado para tanto trabalho", conta Gizele Monteiro.  

Pilates - Foto: Getty Images
 
 
Aposte no pilates
O pilates trabalha a postura e ajuda no fortalecimento de músculos que são muito utilizados nas atividades diárias. "A técnica melhora a força e preserva as articulações ainda vulneráveis pelos efeitos hormonais", conta a personal de gestantes. Além disso, a modalidade fortalece o assoalho pélvico, recuperando essa região da pressão que o bebê exerceu sobre ela e do impacto causado na hora do parto.

Fit-ball - Foto: Getty Images
  
Fit-ball
         Esse tipo de exercício garante mais segurança e conforto à mãe que ainda se recupera do parto. A personal Gizele Monteiro recomenda utilizar essa técnica para praticar exercícios que equivalem a abdominais, como o abdominal prancha na bola:
         Deixe os cotovelos alinhados aos ombros. Eleve o tronco e contraia o abdômen. Mantenha o corpo sempre reto. Faça uma repetição de seis vezes com intervalos de cinco a 10 segundos.
Abdominal - Foto: Getty Images
 
 
Nada de abusar de abdominais
Abdominais tradicionais ainda não devem ser realizados. A região abdominal está fragilizada e tem a força reduzida durante 24 semanas após o parto. "Para as mulheres que já praticavam esses exercícios antes da gravidez, o retorno ao exercício pode acontecer mais rapidamente, mas ainda assim é preciso ter acompanhamento de um profissional qualificado, que entenda as limitações do corpo da mulher nessa fase", diz Gizele Monteiro.

Exercícios com o bebê
 
 
Exercícios com o bebê
A personal de gestantes, Gizele Monteiro, conta que há modalidades de exercícios funcionais para serem feitos com o bebê, estreitando os laços entre mãe e filho. "Há o Sling Gym, por exemplo, em que a mulher faz movimentos usando um carregador de bebê, feito de tecido e ajustado ao corpo". Mais tarde, quando a criança chegar a quatro ou seis meses de vida, os movimentos poderão ser feitos com maior participação do bebê, ajudando a fortalecer vários músculos do corpo da mulher.

Professor: Fabio Rodrigues