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quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Esportistas lutam pra colocar MMA no programa dos Jogos Olímpicos

 Se em 2011 o UFC teve uma explosão de popularidade, não só no Brasil como em diversas partes do mundo, para os próximos anos a intenção é massificar ainda mais o MMA (Artes Marciais Mistas, da sigla em inglês) e tentar incluir o esporte no programa olímpico.
      Nos bastidores, os proprietários da empresa já estão promovendo a modalidade no Comitê Olímpico Internacional. 'Sabíamos que para os Jogos do Rio os esportes já haviam sido selecionados. Então, estamos trabalhando para a Olimpíada seguinte', avisa Lorenzo Fertitta, um dos donos do UFC e sócio de Dana White.
      Para os Jogos de 2016, os membros do COI escolheram o rúgbi e o golfe como modalidades novas, que estarão também na edição de 2020 o local ainda não foi escolhido. Lorenzo teve reuniões recentes com importantes personalidades do mundo esportivo. 'Nós tivemos muitas respostas positivas dos membros do Comitê Olímpico Internacional, incluindo Carlos Nuzman. Sei que ainda leva um tempo para educar, mas, se olhar o nosso esporte, vemos que é uma combinação de vários esportes olímpicos: boxe, luta greco-romana, tae-kwon-do e judô. É o que as artes marciais mistas são.'
      Dana White defende a inclusão do MMA no programa olímpico, mas, ao contrário do sócio, não tem tido reuniões sobre o assunto. 'Não é meu trabalho, tenho muita coisa a fazer. É a nova arte marcial. Está se tornando cada vez mais popular, pessoas treinando ao redor do mundo, crianças, homens, mulheres... Os lutadores mais velhos estão se aposentado, assumindo novas funções, e uma nova geração está vindo com força. Isso vai acontecer, não tenho dúvidas.'
      Para um esporte fazer parte dos Jogos Olímpicos, alguns aspectos são levados em consideração, como a abrangência global da modalidade, a história, a tradição, a popularidade, a imagem e até os custos envolvidos. Também exige-se uma Federação Internacional desenvolvida da modalidade. O snowboard, por exemplo, acabou entrando na programação dos Jogos de Inverno por causa do grande apelo que tinha junto aos torcedores.
      Desta forma, o UFC inicia uma empreitada de olho nas reuniões que o COI realizará em 2013. Até lá, contará com o crescimento vertiginoso do MMA no mundo para tentar colher alguns frutos. 'O MMA deveria ser olímpico agora. É só ver os esportes que já estão nos Jogos: o boxe, que dá socos, o tae-kwon-do, que pode socar e chutar, o judô, com finalizações, a luta olímpica. Tudo que a gente faz no MMA já é esporte olímpico. Acho que deveria ser integrado logo', conclui Dana White.
Professor: Fabio Rodrigues
FONTE: http://www.educacaofisica.com.br/noticias/esportistas-lutam-pra-colocar-mma-no-programa-dos-jogos-olimpicos

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

O CUSTO DA DEPRESSÃO

Em 2008, os antidepressivos foram o oitavo tipo de droga mais prescrito no mundo, gerando um lucro de mais de US$ 20 bilhões para as companhias farmacêuticas. Nos Estados Unidos, o tratamento de uma única pessoa com depressão custa, em média, US$ 5 mil anuais, e surgem 10 milhões de novos casos por ano. Se, aparentemente, há mais gastos com medicamentos que “corrigem” o desequilíbrio químico, por que a depressão é dez vezes mais frequente do que na década de 60 e começa a aparecer cada vez mais cedo?

Para o psicólogo Martin Seligman, diretor do Centro de Psicologia Positiva da Universidade da Pensilvânia, o crescente volume de prescrições de medicamentos sugere a ideia equivocada de que o transtorno tem causa fundamentalmente biológica. “É impossível que em 40 anos nossos genes e hormônios tenham mudado o suficiente para resultar em um índice de depressão dez vezes maior. O problema está associado a mudanças sociais”, analisa.

O transtorno é mais frequente em pessoas com mais de 65 anos, que corresponderão a 10% da população mundial em duas décadas, segundo a OMS. Estudos epidemiológicos têm mostrado que 20% delas apresentam sintomas depressivos. Porém, entre idosos que vivem em asilos ou internados em hospitais para tratamento clínico, o transtorno tem incidência de 80%. “É um problema de saúde pública associado às mudanças no perfil populacional de muitos países, pois o número de pessoas que passam os últimos anos de vida sem o apoio da família, muitas delas vivendo sozinhas, é proporcional ao aumento da expectativa de vida”, observa o psiquiatra Henry Brodaty, do Departamento de Psiquiatria para a Terceira Idade da Universidade de New South Wales, na Austrália. Segundo ele, para elaborar uma política de saúde pública com estratégias de prevenção são necessárias informações sobre a frequência e a distribuição dos transtornos depressivos. “Os estudos epidemiológicos sobre depressão em vários países, por exemplo, têm identificado maior incidência do transtorno depressivo maior (MDE) em mulheres com baixo nível de escolaridade e de renda, o que muda a percepção equivocada de que esta seria uma epidemia de 'nações ricas'. Identificar 'grupos de risco' pode tornar as abordagens preventivas mais eficientes, reduzindo a morbidade e o alto custo individual e social da doença”, diz.

Professor": Fabio Rodrigues
FONTE: http://www.educacaofisica.com.br/noticias/o-custo-da-depressao

IMAGEM DA SEMANA



APENAS TRÊS MESES!

Com a proximidade do Ano Novo, começa a temporada de reflexões e promessas para 2012. Frequentar uma academia e prestar mais atenção à dieta parecem estar no topo de uma lista interminável de metas para mudar a vida. Porém, tão rapidamente quanto entram na tabela de prioridades, acabam sendo esquecidas. “Se a pessoa conseguir treinar nos primeiros três primeiros meses, ela acaba ficando, pois a atividade física acaba sendo incorporada à sua rotina”, analisa Marcelo Teixeira, gerente geral de uma rede de academias. “Quando ela não frequenta muito a academia neste período, geralmente desiste”, complementa.

Como mudar essa história? Veja algumas dicas para tornar o desafio da mudança de rotina mais agradável e possível:

• Convidar alguém para fazer companhia. Treinando junto, um acaba motivando o outro. Enturmando-se em algum dos grupos formados nas academias, como os de corrida, dos amigos que saem para jantar, das amigas que fazem lanche juntas etc.

• Variar as atividades é um importante fator motivacional. Fazer sempre o mesmo exercício pode ficar enjoativo e desinteressante.

• Colocar na agenda uma hora por dia para si. Caso seja muito difícil no começo, tentar com três dias por semana. Aumentar gradativamente esta frequência, à medida que consiga se adaptar.

• Cada dia que treinar, fazer uma marca em um calendário que veja todos os dias. Esse é um aviso para quando começar a faltar nos treinos. Conforme o calendário vai sendo preenchido, os benefícios da atividade física já serão sentidos pelo corpo.

• A atividade física deve fazer parte da rotina da mesma maneira que cursos de inglês, salão de beleza, médico, dentista. São atividades que conseguem dedicar um tempo ou organizar-se para ir. Deve-se fazer o mesmo com a academia.

• Avisar todos que aquela hora é sua. No começo, algumas pessoas vão achar estranho, mas depois saberão que se trata de um compromisso muito importante e inadiável: fazer alguma coisa por si mesmo!

• Lembrar que a “Você Ltda.” vai produzir muito mais quando estiver praticando exercícios regularmente.

• “Ter tempo” é uma questão de estabelecer prioridades. O mundo não vai acabar ao se dedicar uma hora de cada dia para si mesmo.
Professor: Fabio Rodrigues
FONTE: http://www.educacaofisica.com.br/noticias/disciplina-e-a-palavra-de-ordem-para-incluir-atividade-fisica-na-rotina-diaria

Barriga 'sarada' depende 80% da alimentação, diz preparador físico

 Enxugar a barriga e deixá-la chapada, com aspecto de “tanquinho”, é o objetivo de muita gente no verão. Mas alcançar essa meta exige frequência, intensidade e perseverança nos exercícios físicos.

Segundo o preparador José Rubens D’Elia, a alimentação também tem um papel fundamental: “Barriga boa depende 80% da dieta de cada um”, destaca. E a dica do endocrinologista Alfredo Halpern é reduzir o consumo de frituras, gorduras, açúcar e álcool. Passar longe das tentações também ajuda.

Além de esteticamente feia, a gordura abdominal favorece o aparecimento de doenças cardiovasculares. Apesar disso, há uma notícia boa: ela pode ser eliminada com a perda de peso, principalmente se a barriga for dura – daquelas de “chopp”. Nesse caso, os homens levam vantagem.

D’Elia ressaltou ainda que, ao trabalhar a musculatura do abdômen, a pessoa não elimina só a barriga: também melhora a sustentação da coluna e fortalece o assoalho pélvico, importante para prevenir e tratar a incontinência urinária.

 A professora de educação física Zânia Menezes enfatiza o papel dos abdominais nesse processo de “chapar” a barriga. Outra recomendação dela é aprender exercícios com bola, que tornam a atividade ainda mais prazerosa, que e devem ter pelo menos 55 cm de diâmetro.

No pilates, a bola é muito usada e chamada de "fit ball", que é ótima para quem está pensando em perder a barriga, porque ajuda a desempenhar funções específicas da musculatura e ativa regiões “adormecidas”.

E é possível perder a barriga se divertindo, seja na natação, na capoeira ou nas aulas de dança. De acordo com Zânia, os melhores ritmos para endurecer a região do abdômen são: samba, salsa, hip hop, frevo, jazz e zouk – gênero musical originário das Antilhas que mescla passos de lambada, samba, rock e forró, e faz muito sucesso no Norte do país.

Frequência, intensidade e perseverança

Só deve se propor a fazer uma atividade física se tiver frequência. E é importante se programar para aquele compromisso por no mínimo 3 vezes por semana. Essa regularidade é fundamental para um bom resultado.

A intensidade do exercício é outro ponto de destaque. Treinos de pelo menos 30 minutos já têm a intensidade mínima para perder barriga. Além da duração, deve-se prestar atenção no ritmo da atividade. No caso de uma caminhada rápida, não adianta apenas andar: o ideal é trotar e correr.

E esses dois itens só apresentarão resultados se a pessoa for perseverante. Os efeitos positivos do exercício não são imediatos nem caem do céu. Para se conseguir um bom desempenho e enxergar mudanças no corpo, é preciso esperar pelo menos dois meses. A barriga sarada vem com o tempo e, se quiser acelerar os resultados, aumentar a frequência e a intensidade da malhação.

Professor: Fabio Rodrigues
FONTE: http://www.educacaofisica.com.br/noticias/barriga-sarada-depende-80-da-alimentacao-diz-preparador-fisico/

MÉTODO DE REABILITAÇÃO NA ÁGUA INCENTIVA INDEPEDÊNCIA DE PACIENTE

De longe, parece uma sessão tradicional de fisioterapia na água. Mas as músicas cantadas pelos alunos, os jogos e exercícios indicam que se trata de algo diferente.



     A aula é do método Halliwick, cuja meta não é só a reabilitação física, mas também autoconfiança e independência na água. É indicada para portadores de qualquer deficiência, como paraplégicos, pessoas com síndrome de Down ou que sofreram derrame.
     Neste mês, o projeto de Halliwick na unidade Lapa da Rede Lucy Montoro, ligada à Faculdade de Medicina da USP, ganhou o prêmio Ações Inclusivas para Pessoas com Deficiência da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência.
     O método surgiu na Inglaterra na década de 1950. Seu criador, o engenheiro James McMillan, usou conhecimentos de hidrostática e hidrodinâmica para a reabilitação de mulheres com deficiência que moravam numa instituição chamada Halliwick.
     Na hidroterapia "clássica", a sessão é individual e o fisioterapeuta treina a execução de movimentos específicos.

"O Halliwick é uma atividade aquática funcional que treina diversas habilidades e as funções cognitiva e social", diz o fisioterapeuta Mauricio Koprowski Garcia, presidente da Associação Brasil Halliwick.

COMO FUNCIONA

Os alunos são divididos em três níveis, de acordo com suas habilidades. No primeiro deles, vermelho, o enfoque está na adaptação. No amarelo, os alunos fazem treinos para jogar o corpo para a frente e para trás, de um lado para outro e fazer rotações.

Na última etapa a gama de movimentos aumenta, para que o aluno não precise mais do contato com o instrutor e tenha independência.

"Os nadadores ganham a sensação de 'eu posso'. A longo prazo, o aluno tem melhora no andar e no sono e sente menos dor", diz Garcia.

Marcos de Oliveira Almendro, 50, está há quase um ano no projeto. Ele sofreu um acidente de moto em 2007 e teve paralisia no lado esquerdo do corpo. "Saio relaxado e vejo melhora também fora da água. Estou conseguindo nadar quase como antes."

Professor: Fabio Rodrigues
FONTE: http://www.educacaofisica.com.br/noticias/metodo-de-reabilitacao-na-agua-incentiva-independencia-de-paciente/

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

7 ATITUDES IMPRODUTIVAS NA ACADEMIA

Não é falta de ir à academia, nem de dedicação aos exercícios. Mas tem gente que não consegue resultados, por mais que se “esforce” na malhação.

É como “correr atrás do vento”, ou seja, gastar energia e tempo em treinos ineficientes ou com atitudes que não combinam exatamente com a boa forma.

Veja a seguir situações improdutivas na academia e dicas de como tornar o treino melhor, com orientações dos especialistas Everton Conceição, personal trainer da Academia Competition; e Daniel Pucci, professor da Academia Bio Ritmo.

1. Fazer musculação com grandes intervalos entre as séries
A pessoa vai para a academia e segue a planilha “direitinho”. Acontece que, como também não abre mão de fazer “social”, entre uma série e outra ela conversa calmamente com o amigo, com o treinador, bebe água, se olha no espelho... “Para que o treino funcione é importante que se respeite os intervalos entre as séries de musculação. Em média os intervalos são de 30 a 45 segundos”, diz Pucci. “Musculação precisa estar adequada tanto às cargas e números de exercícios quanto a tempo e tipo de recuperação. Como não existe um padrão que se encaixe a todos, é sempre necessário a orientação de um profissional qualificado para não jogar dinheiro e nem tempo fora”, completa Everton.

2. Ficar na esteira por 1h30 na velocidade de 4km/hora
Tem quem se ache o máximo fazendo 1h30 de caminhada. Só que no ritmo de 4km por hora, para conversar com o amigo na esteira ao lado, não dá... “A intensidade do exercício é importante. Não adianta longos períodos na esteira ou em qualquer outro aparelho em baixa intensidade. O importante é usar um parâmetro como indicador da intensidade do esforço. O melhor e mais usado é o frequencímetro, que mede a frequência cardíaca (FC) durante o exercício. O treino deve ser baseado na FC”, sugere o personal trainer da Competition.

3. Fazer musculação e atividade aeróbica quando dá vontade
Às vezes o indivíduo sai para correr às terças e quintas, às vezes faz musculação às quartas. Algumas semanas não faz nada. Em outras, faz tudo, todos os dias... Ou seja, não se tem dia fixo para os exercícios. É difícil ter bons resultados sem uma rotina de treinos, descanso e alimentação, dizem os especialistas. Alguma rotina há que se ter: que seja meia hora de manhã – faça desse o momento sagrado do seu dia para os exercícios.

4. Treinar todos os dias, mesmo exausto
A pessoa leva tão ao pé da letra a necessidade de atividade física que para ela a palavra descanso não existe no dicionário. Mesmo sem dormir direito ou doente, marca presença na academia. “Uma opção para quem não para é procurar atividades que promovam relaxamento, como alongamento e ioga”, diz Everton.

5. Tornar a musculação mais “fácil”
Pegar leve no peso ou exercitar-se na postura errada, não sentindo esforço, é quase como não fazer nada. “Para a musculação realmente funcionar, deve ser respeitado às limitações físicas de cada um, adequar as cargas de cada exercício e aumentar o peso de acordo com as adaptações geradas”, explica o personal da Competition.

6. Não variar o treino
Todo dia, ele faz tudo sempre igual: 10 minutos de esteira, seis séries para membros superiores, seis séries para membros inferiores, sempre nos mesmos equipamentos, com os mesmos pesos... “À medida que a pessoa se adapta às cargas, o treino deixa de gerar melhora e a evolução física tende a estagnar. É importante variar os estímulos de carga, intervalos, métodos e exercícios que trabalhem vários grupos musculares”, diz Everton.

7. Usar roupas inadequadas
Acreditando que suar mais é sinônimo de emagrecer, a pessoa vai para a academia encapotada. Ou vai com uma roupa muito decotada, justa, que pode revelar mais do que deveria, provocando incômodo e mal-estar a ponto de não conseguir realizar o exercício direito. Os professores orientam que a roupa deve ser confortável e favorecer a ventilação, além de proteger do contato direto com aparelhos na musculação para evitar o surgimento de doenças de pele.

Professor: Fabio Rodrigues
FONTE: http://www.educacaofisica.com.br/noticias/7-atitudes-que-fazem-perder-tempo-na-academia