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quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Programa para celular te paga por malhar na academia

O aplicativo GymPact promete trazer uma solução bem simples para quem acha que não consegue cumprir a promessa de fazer mais exercícios: cada vez que você for à academia, o app te dá uma recompensa em dinheiro. Mas, se você optar por ficar em casa dormindo, uma quantia será descontada do seu cartão de crédito e transferida para quem estiver malhando. Quer incentivo maior?
Com o GymPact você ganha dinheiro por ir à academia (Foto: Divulgação)Com o GymPact, você ganha dinheiro por ir à academia (Foto: Divulgação)
A ideia é dos estudantes de Economia da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, e funciona da seguinte forma: primeiro você precisa fazer um “pacto” com o aplicativo e determinar o número de dias que você pretende ir à academia e o valor que você está disposto a pagar (no mínimo US$ 5) caso não cumpra a promessa.
Após informar o seu cartão de crédito e determinar suas metas, tudo que você precisa fazer é dar um check-in, pelo seu iPhone, sempre que chegar na academia. Para evitar que os mais espertinhos apenas pisem na academia e voltem para casa, é necessário permanecer no local por pelo menos 30 minutos, ou a recompensa não será computada.
saiba mais
  • No final de cada semana, os usuários mais assíduos recebem o prêmio. O valor é resultado dos pagamentos feitos pelos faltosos, que é somado e igualmente dividido entre as pessoas que se empenharam em cumprir suas promessas. Nada mais justo, não?
O aplicativo está disponível apenas para o sistema operacional móvel da Apple, o iOS, mas não deve demorar muito para chegar a outras plataformas. Os interessados podem fazer o download gratuito do GymPact e começar a ganhar o seu dinheirinho suado, literalmente.

Professor: Fabio Rodrigues
FONTE: http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2012/01/programa-para-celular-te-paga-por-malhar-na-academia.html

HOMENS PERDEM PESO MAIS FÁCIL POR QUE TÊM ATÉ 20% A MAIS DE MASSA MÚSCULAR

 Os homens têm mais massa magra que as mulheres, motivo pelo qual perdem peso com mais facilidade. Isso porque os músculos são o motor do corpo e promovem a maior parte das reações químicas que transformam nutrientes em energia, o que garante a queima calórica.

Nas células musculares, organelas chamadas mitocôndrias são responsáveis pelo gasto energético. Os músculos também ajudam no metabolismo basal, que é a queima do organismo em repouso, necessária para manter o funcionamento dos órgãos vitais. Quando os homens diminuem a ingestão de alimentos e fortalecem a massa magra, aumentam ainda mais esse gasto.


Segundo os endocrinologistas Alfredo Halpern e João Eduardo Salles, a mulher concentra mais gordura no quadril, culote, bumbum, coxas, cintura e seios. Já a silhueta masculina é mais marcada na barriga.

Quando entram na menopausa, as mulheres ganham ainda mais massa gorda, que costuma se acumular no abdômen. Como o ovário para de funcionar, cai a produção de testosterona, hormônio masculino que ajuda no crescimento dos músculos.

Os homens também costumam aumentar de peso na andropausa, porque, assim como as mulheres, sofrem uma redução na produção de testosterona, adquirindo massa gorda e perdendo a magra.

O metabolismo pode ser acelerado com a atividade física, mas não é possível saber quanto tempo ele fica acima do nível, pois isso depende da intensidade do exercício.

Para aumentar o metabolismo basal e queimar calorias até dormindo, os médicos recomendaram controlar a alimentação, fazer atividade aeróbica e também musculação. Dormir bem também ajuda. Segundo Salles, quem descansa pouco e mal reduz até 36% a taxa de metabolismo basal e acaba engordando mais.

Além disso, receber leite materno na infância previne a obesidade na vida adulta, de acordo com Halpern.

Como calcular o metabolismo basal:

- 3 a 10 anos [0,085 x P + 2,033] x 239 [0,095 x P + 2,110] x 239
- 10 a 18 anos [0,056 x P + 2,898] x 239 [0,074 x P + 2,754] x 239
- 18 a 30 anos [0,062 x P + 2,036] x 239 [0,063 x P + 2,896] x 239
- 30 a 60 anos [0,034 x P + 3,538] x 239 [0,048 x P + 3,653] x 239
P = peso corporal em kg

* Essa conta não é válida para mulheres durante o período de amamentação.

-Mulher pouco ativa (taxa basal + 20% = gasto calórico diário)
-Mulher ativa (taxa basal + 30%)
-Mulher muito ativa (taxa basal + 40%)
-Homem pouco ativo (taxa basal + 25%)
-Homem ativo (taxa basal + 35%)
-Homem muito ativo (taxa basal + 45%)

Exemplo da taxa metabólica de uma mulher de 37 anos ativa: taxa basal 1.381 calorias + 30% = 1.795 calorias.

Professor: Fabio Rodrigues
FONTE: http://www.educacaofisica.com.br/noticias/homens-perdem-peso-mais-facil-porque-tem-ate-20-mais-musculos

Videogames aumentam criatividade. Internet e celulares não

Meninos e meninas que jogam videogames tendem a ser mais criativos, independentemente de os jogos serem violentos ou não-violentos.

Esta é a conclusão de uma pesquisa inédita feita pela equipe da Dra. Linda Jackson, da Universidade do Estado de Michigan (EUA).

O estudo, envolvendo quase 500 crianças com 12 anos de idade, revelou que, quanto mais as crianças jogam videogame, mais criativas elas são em tarefas como desenhar e escrever histórias.

Em contraste, o uso de telefones celulares, internet ou computadores (que não seja para jogos de vídeo) não revelou nenhuma relação com a criatividade.

Educação e o entretenimento

Linda Jackson afirma que o estudo é a primeira demonstração baseada em evidências de uma relação entre o uso da tecnologia e a criatividade.

Ela espera que suas descobertas possam motivar novas pesquisas para identificar os aspectos da atividade dos jogos eletrônicos que são responsáveis pelos efeitos criativos.

"Uma vez feito isto, os jogos eletrônicos poderão ser projetados para otimizar o desenvolvimento da criatividade, sem perder seus valores de entretenimento, criando uma nova geração de videogames que vai tornar mais tênue a distinção entre educação e o entretenimento," disse a pesquisadora.

Brincar criativo

No geral, o estudo descobriu que os meninos jogam mais videogame do que as meninas, e que os meninos preferem jogos de violência e esportes, enquanto as meninas preferem jogos que envolvam interação com os outros (humanos ou não-humanos).

No entanto, independentemente de gênero, raça ou tipo de jogo jogado, jogar videogame foi a única tecnologia que se mostrou associada com uma maior criatividade entre os adolescentes.

Professor: Fabio Rodrigues
FONTE:

Esportistas lutam pra colocar MMA no programa dos Jogos Olímpicos

 Se em 2011 o UFC teve uma explosão de popularidade, não só no Brasil como em diversas partes do mundo, para os próximos anos a intenção é massificar ainda mais o MMA (Artes Marciais Mistas, da sigla em inglês) e tentar incluir o esporte no programa olímpico.
      Nos bastidores, os proprietários da empresa já estão promovendo a modalidade no Comitê Olímpico Internacional. 'Sabíamos que para os Jogos do Rio os esportes já haviam sido selecionados. Então, estamos trabalhando para a Olimpíada seguinte', avisa Lorenzo Fertitta, um dos donos do UFC e sócio de Dana White.
      Para os Jogos de 2016, os membros do COI escolheram o rúgbi e o golfe como modalidades novas, que estarão também na edição de 2020 o local ainda não foi escolhido. Lorenzo teve reuniões recentes com importantes personalidades do mundo esportivo. 'Nós tivemos muitas respostas positivas dos membros do Comitê Olímpico Internacional, incluindo Carlos Nuzman. Sei que ainda leva um tempo para educar, mas, se olhar o nosso esporte, vemos que é uma combinação de vários esportes olímpicos: boxe, luta greco-romana, tae-kwon-do e judô. É o que as artes marciais mistas são.'
      Dana White defende a inclusão do MMA no programa olímpico, mas, ao contrário do sócio, não tem tido reuniões sobre o assunto. 'Não é meu trabalho, tenho muita coisa a fazer. É a nova arte marcial. Está se tornando cada vez mais popular, pessoas treinando ao redor do mundo, crianças, homens, mulheres... Os lutadores mais velhos estão se aposentado, assumindo novas funções, e uma nova geração está vindo com força. Isso vai acontecer, não tenho dúvidas.'
      Para um esporte fazer parte dos Jogos Olímpicos, alguns aspectos são levados em consideração, como a abrangência global da modalidade, a história, a tradição, a popularidade, a imagem e até os custos envolvidos. Também exige-se uma Federação Internacional desenvolvida da modalidade. O snowboard, por exemplo, acabou entrando na programação dos Jogos de Inverno por causa do grande apelo que tinha junto aos torcedores.
      Desta forma, o UFC inicia uma empreitada de olho nas reuniões que o COI realizará em 2013. Até lá, contará com o crescimento vertiginoso do MMA no mundo para tentar colher alguns frutos. 'O MMA deveria ser olímpico agora. É só ver os esportes que já estão nos Jogos: o boxe, que dá socos, o tae-kwon-do, que pode socar e chutar, o judô, com finalizações, a luta olímpica. Tudo que a gente faz no MMA já é esporte olímpico. Acho que deveria ser integrado logo', conclui Dana White.
Professor: Fabio Rodrigues
FONTE: http://www.educacaofisica.com.br/noticias/esportistas-lutam-pra-colocar-mma-no-programa-dos-jogos-olimpicos

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

O CUSTO DA DEPRESSÃO

Em 2008, os antidepressivos foram o oitavo tipo de droga mais prescrito no mundo, gerando um lucro de mais de US$ 20 bilhões para as companhias farmacêuticas. Nos Estados Unidos, o tratamento de uma única pessoa com depressão custa, em média, US$ 5 mil anuais, e surgem 10 milhões de novos casos por ano. Se, aparentemente, há mais gastos com medicamentos que “corrigem” o desequilíbrio químico, por que a depressão é dez vezes mais frequente do que na década de 60 e começa a aparecer cada vez mais cedo?

Para o psicólogo Martin Seligman, diretor do Centro de Psicologia Positiva da Universidade da Pensilvânia, o crescente volume de prescrições de medicamentos sugere a ideia equivocada de que o transtorno tem causa fundamentalmente biológica. “É impossível que em 40 anos nossos genes e hormônios tenham mudado o suficiente para resultar em um índice de depressão dez vezes maior. O problema está associado a mudanças sociais”, analisa.

O transtorno é mais frequente em pessoas com mais de 65 anos, que corresponderão a 10% da população mundial em duas décadas, segundo a OMS. Estudos epidemiológicos têm mostrado que 20% delas apresentam sintomas depressivos. Porém, entre idosos que vivem em asilos ou internados em hospitais para tratamento clínico, o transtorno tem incidência de 80%. “É um problema de saúde pública associado às mudanças no perfil populacional de muitos países, pois o número de pessoas que passam os últimos anos de vida sem o apoio da família, muitas delas vivendo sozinhas, é proporcional ao aumento da expectativa de vida”, observa o psiquiatra Henry Brodaty, do Departamento de Psiquiatria para a Terceira Idade da Universidade de New South Wales, na Austrália. Segundo ele, para elaborar uma política de saúde pública com estratégias de prevenção são necessárias informações sobre a frequência e a distribuição dos transtornos depressivos. “Os estudos epidemiológicos sobre depressão em vários países, por exemplo, têm identificado maior incidência do transtorno depressivo maior (MDE) em mulheres com baixo nível de escolaridade e de renda, o que muda a percepção equivocada de que esta seria uma epidemia de 'nações ricas'. Identificar 'grupos de risco' pode tornar as abordagens preventivas mais eficientes, reduzindo a morbidade e o alto custo individual e social da doença”, diz.

Professor": Fabio Rodrigues
FONTE: http://www.educacaofisica.com.br/noticias/o-custo-da-depressao

IMAGEM DA SEMANA



APENAS TRÊS MESES!

Com a proximidade do Ano Novo, começa a temporada de reflexões e promessas para 2012. Frequentar uma academia e prestar mais atenção à dieta parecem estar no topo de uma lista interminável de metas para mudar a vida. Porém, tão rapidamente quanto entram na tabela de prioridades, acabam sendo esquecidas. “Se a pessoa conseguir treinar nos primeiros três primeiros meses, ela acaba ficando, pois a atividade física acaba sendo incorporada à sua rotina”, analisa Marcelo Teixeira, gerente geral de uma rede de academias. “Quando ela não frequenta muito a academia neste período, geralmente desiste”, complementa.

Como mudar essa história? Veja algumas dicas para tornar o desafio da mudança de rotina mais agradável e possível:

• Convidar alguém para fazer companhia. Treinando junto, um acaba motivando o outro. Enturmando-se em algum dos grupos formados nas academias, como os de corrida, dos amigos que saem para jantar, das amigas que fazem lanche juntas etc.

• Variar as atividades é um importante fator motivacional. Fazer sempre o mesmo exercício pode ficar enjoativo e desinteressante.

• Colocar na agenda uma hora por dia para si. Caso seja muito difícil no começo, tentar com três dias por semana. Aumentar gradativamente esta frequência, à medida que consiga se adaptar.

• Cada dia que treinar, fazer uma marca em um calendário que veja todos os dias. Esse é um aviso para quando começar a faltar nos treinos. Conforme o calendário vai sendo preenchido, os benefícios da atividade física já serão sentidos pelo corpo.

• A atividade física deve fazer parte da rotina da mesma maneira que cursos de inglês, salão de beleza, médico, dentista. São atividades que conseguem dedicar um tempo ou organizar-se para ir. Deve-se fazer o mesmo com a academia.

• Avisar todos que aquela hora é sua. No começo, algumas pessoas vão achar estranho, mas depois saberão que se trata de um compromisso muito importante e inadiável: fazer alguma coisa por si mesmo!

• Lembrar que a “Você Ltda.” vai produzir muito mais quando estiver praticando exercícios regularmente.

• “Ter tempo” é uma questão de estabelecer prioridades. O mundo não vai acabar ao se dedicar uma hora de cada dia para si mesmo.
Professor: Fabio Rodrigues
FONTE: http://www.educacaofisica.com.br/noticias/disciplina-e-a-palavra-de-ordem-para-incluir-atividade-fisica-na-rotina-diaria